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Katu One Estética

Controle de sessões que segura a antecipação

O protocolo do Katu One guarda quantas sessões foram vendidas, quantas já aconteceram, quantas faltam e o intervalo mínimo entre elas. O sistema recusa registrar uma sessão antes do intervalo — porque antecipar procedimento queima a pele — e a profissional pode passar por cima quando houver motivo clínico, com esse motivo registrado. No painel inicial da clínica aparecem duas listas todo dia: quem já está liberado para voltar e quem parou no meio.

A conta que a recepção precisa ver antes de agendar

Dez sessões vendidas, quatro feitas, seis restantes, com validade. O balcão vê isso antes de marcar, e o pacote deixa de ser um bilhete na agenda de papel que ninguém confere. Quando a última sessão prevista acontece, o protocolo se encerra sozinho.

O intervalo é clínico, não comercial

Trinta dias entre sessões de laser não é uma regra de venda: é o tempo que a pele precisa. Um sistema que deixasse marcar antes estaria ajudando a faturar hoje e a machucar a cliente amanhã. Aqui o horário simplesmente não aparece como disponível, e a sessão antecipada é recusada com a data em que ela fica liberada.

A exceção fica escrita, e não apagada

Existe caso clínico para antecipar, e a profissional decide. O que o sistema não faz é deixar isso invisível: quem passou por cima, quando e por quê ficam registrados junto da sessão. Trava que não pode ser aberta vira trava que alguém contorna por fora, e aí não sobra registro nenhum.

Quem parou no meio aparece na primeira tela

É o número que decide o dia de uma clínica, e o que nenhum relatório de agenda mostra. O painel inicial lista quem está sem sessão há mais de 45 dias — incluindo quem pagou e nunca voltou para a primeira, que é o caso que mais dói e o único que um relatório de sessões jamais encontraria, porque não existe sessão nenhuma para contar.

no roteiro

Marcar o retorno em um clique

Hoje o sistema mostra quem está liberado; quem marca é a recepção. Oferecer a próxima data já calculada ao registrar a sessão está no roteiro — é a diferença entre um protocolo que termina e um que morre na terceira sessão.

Perguntas frequentes

Como funciona o controle de sessões de um protocolo?

O protocolo do Katu One tem número de sessões previstas e intervalo mínimo em dias entre elas. O sistema mostra quantas foram feitas, quantas faltam e a partir de que data a próxima está liberada — e recusa registrar uma sessão antes do intervalo, porque antecipar procedimento queima a pele. A profissional pode passar por cima quando houver motivo clínico, e essa exceção fica registrada com o motivo.

A paciente consegue marcar sozinha pela internet?

Consegue. Cada clínica ganha uma página de agendamento própria, com o nome e a cor dela, e a paciente escolhe procedimento, profissional e horário sem baixar aplicativo nem criar cadastro para ver os horários. O que aparece como livre já considera a jornada da equipe, os bloqueios de agenda e a sala ou aparelho que o procedimento ocupa — duas sessões no mesmo laser ao mesmo tempo não aparecem como disponíveis.

O Katu One controla lote e validade de toxina e preenchedor?

Ainda não. O estoque do Katu One controla saldo por unidade, custo médio, entrada com fornecedor e nota, contagem e transferência — mas o rastro de lote e validade por aplicação está no roteiro e não está pronto. Se a sua clínica precisa hoje da rastreabilidade lote → paciente → data, é honesto saber disso antes de assinar.

Abra o primeiro protocolo hoje

Catorze dias, sem cartão. Traga os pacotes que já estão em andamento e continue de onde parou.

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